Brasília, Brasil
22 a 26 de Junho
A organização da I Escola de Pesquisa em Ensino de Física (I EPEnF) da UnB informa que as atividades presenciais ocorrerão no Centro Internacional de Física (CIF), localizado no Pavilhão Multiuso II. Para garantir a dinâmica das palestras e minicursos, solicitamos que os participantes cheguem com antecedência e registrem diariamente sua assiduidade nas listas oficiais de presença, critério indispensável para a emissão posterior dos certificados. Ressalta-se que as sessões matutinas são destinadas a reuniões internas de trabalho dos Grupos de Pesquisa, possuindo dinâmica flexível cuja confirmação formal e pauta serão comunicadas pela coordenação sempre na véspera.
Pesquise no titulo da ação: Epenf
Prezado(a) participante:
Seja muito bem-vindo(a) à I Escola de Pesquisa em Ensino de Física (I EPEnF) da Universidade de Brasília (UnB)! É com grande satisfação que acolhemos você nesta semana de debates voltados à inovação e ao fortalecimento da nossa área.
Para que sua experiência seja a melhor possível, reunimos aqui as principais orientações práticas de organização do nosso evento:
Desejamos a todos uma excelente e produtiva semana de imersão e trocas científicas!
Atenciosamente, Prof. Marcello Ferreira Prof. Felippe Maciel
Comissão Organizadora da I EPEnF Instituto de Física | Universidade de Brasília (UnB)
| Segunda-feira (22/06) | Terça-feira (23/06) | Quarta-feira (24/06) | Quinta-feira (25/06) | Sexta-feira (26/06) | |
|---|---|---|---|---|---|
| 08h-10h | Café da Manhã e Visita ao IF/UnB | Encontro de Grupos de Pesquisas | Encontro de Grupos de Pesquisas | Encontro de Grupos de Pesquisas | Encontro de Grupos de Pesquisas |
| 10h-12h | |||||
| 14h-16h | Oficina do Pesquisador I Análise de Conteúdo nas pesquisas em Ensino de Física Tiago Admiral (IFF)Roberto Vinícios (SEEDF)Felippe Maciel (UnB) | Oficina do Pesquisador I Análise de Conteúdo nas pesquisas em Ensino de Física Tiago Admiral (IFF)Roberto Vinícios (SEEDF)Felippe Maciel (UnB) | Roda de Conversa I Pesquisa em Ensino de Física: origens, fundamentos e métodos Marcello Ferreira (UnB) Felippe Maciel (UnB) | Roda de Conversa II Pesquisa em Ensino de Física: a vertente translacional Marcello Ferreira (UnB) Felippe Maciel (UnB) | Roda de Conversa III Pesquisa em Ensino de Física: como comunicá-la bem? Marcello Ferreira (UnB) Felippe Maciel (UnB) |
| 16h-18h | Painel I Alfabetização Científica e aprendizagem de Física em espaços não-formais Roseli Schwerz (UTFPR)André Barcelos (UnB) | Minicurso II Práticas de ensino de relatividade na educação Básica Vanessa Carvalho (UnB) | Minicurso IV Ensino de Astronomia na Educação Básica Michel Corci (UTFPR) Marcos Orso (UEM) | Palestra I Práticas STEAM no Ensino de Astronomia Vinícius Oliveira (Unipampa) | Palestra II Referenciais Teórico-Metodológicos em Propostas de Ensino de Física Michel Corci (UTFPR) |
| 19h-20h30 | Abertura & Painel II Formação de professores e pesquisadores de Ensino de Física no Brasil e em Portugal Marcello Ferreira (UnB) Paulo Simeão (U. Porto) | Minicurso I Metodologias Ativas no Ensino de Física Paulo Simeão (U. Porto) | Sessão Especial Copa do Mundo (Brasil x Escócia) | Minicurso I Metodologias Ativas no Ensino de Física Paulo Simeão (U. Porto) | Painel de Encerramento Doutorado Profissional em Ensino de Física: das teorias aos produtos educacionais Felippe Maciel (UnB) Marcello Ferreira (UnB) |
| 20h30-22h | Minicurso I (1/3) Metodologias Ativas no Ensino de Física Paulo Simeão (U. Porto) | Minicurso III Ensino de Astronomia na perspectiva freiriana Marcos Orso (UEM) | Minicurso V Propostas Pedagógicas e Instrumentos Avaliativos no Contexto das Metodologias Ativas Michel Corci (UTFPR) | Jantar de Confraternização |
Professores Tiago Admiral (IFF), Roberto Vinícius (SEEDF) e Felippe Maciel (UnB)
A oficina tem como objetivo apresentar possibilidades automatizadas de análise de conteúdo de textos acadêmicos por meio do software LexiScope, desenvolvido no contexto de pesquisas em Ensino de Física. Os participantes terão contato com técnicas de análise lexicométrica capazes de identificar padrões temáticos, relações semânticas e estruturas discursivas em corpora textuais. A atividade será conduzida de forma prática, incluindo preparação de dados, execução das análises e interpretação de visualizações como grafos de similitude, classes lexicais e mapas fatoriais.
Professores Roseli Schwerz (UTFPR) e André Barcellos (UnB)
Neste painel, apresenta-se a análise do Museo Galileo, em Florença, com foco em suas estratégias de comunicação e em seu potencial de contribuição para a alfabetização científica de seus frequentadores. A análise é realizada a partir de uma abordagem qualitativa, considerando uma atividade mediada e em um recorte de recursos expositivos do museu, utilizando indicadores de alfabetização científica para a investigação. Em debate, apresenta-se o relato de experiência do Museulab e Experimentoteca do Instituto de Física da Universidade de Brasília (IF/UnB) no último ano. Focado na estruturação de um ambiente de pesquisa em museus de ciência e comunicação pública da ciência e na revitalização de espaços de divulgação científica do instituto. Serão compartilhadas algumas atividades realizadas no âmbito de uma disciplina ofertada em 2025 e algumas pesquisas de estudantes de graduação em andamento.
Professores Marcello Ferreira (UnB) e Paulo Simeão (U. Porto)
Professor Paulo Simeão (U. Porto)
Professora Vanessa Carvalho (UnB)
Professor Marcos Orso (UEM)
O minicurso tem por objetivo analisar como a teoria de Paulo Freire pode contribuir para o ensino de Astronomia. Para tanto, são apresentados os fundamentos da teoria de Paulo Freire dialogando com as teorias filosóficas, psicológicas, sociológicas e educacionais no contexto da educação e do ensino. Deste modo, buscam-se inflexões sobre o ensino de Astronomia com base nas categorias freirianas suscitando resultados constituídos com base nas pesquisas que se vêm desenvolvendo até o momento.
Professores Michel Corci (UTFPR) e Marcos Orso (UEM)
O minicurso tem por objetivo apresentar o contexto geral do ensino de Astronomia no cenário brasileiro, perpassando principalmente os documentos curriculares até a consolidação da BNCC. Tendo em vista o cenário educacional brasileiro de modo geral, as dimensões específicas do ensino de Astronomia, traçam-se diálogos críticos com a literatura de Paulo Freire. No interior deste cenário, abordam-se questões das práticas de ensino de Astronomia e apresentam-se resultados de pesquisas que se vêm desenvolvendo.
Professor Michel Corci (UTFPR)
Como avaliar de forma coerente quando o processo de ensino se dá por meio de metodologias ativas? O minicurso explora a articulação entre metodologias ativas e práticas avaliativas, discutindo instrumentos que superem a lógica tradicional de verificação. São apresentadas propostas pedagógicas alinhadas a diferentes estratégias ativas e seus correspondentes instrumentos de avaliação formativa, com ênfase na coerência entre o que se ensina, como se ensina e como se avalia no ensino de Física.
Professor Vinícius Oliveira (Unipampa)
A palestra apresentará experiências e metodologias desenvolvidas em projetos de ensino e divulgação científica que integram a abordagem STEAM ao ensino de Astronomia no Ensino Fundamental e Médio. A partir da apresentação de projetos e atividades práticas desenvolvidos nos últimos 4 anos, serão discutidas estratégias baseadas em aprendizagem ativa, cultura maker e utilização de tecnologias acessíveis como ferramentas para o desenvolvimento de competências científicas e criativas. O foco estará na discussão de como essas experiências contribuem para tornar o ensino de Astronomia, e das ciências em geral, mais interativo, interdisciplinar e acessível, estimulando o protagonismo estudantil, a experimentação e a aproximação entre conhecimentos científicos e tecnológicos.
Professor Michel Corci (UTFPR)
Por que pesquisas ancoradas em teorias de aprendizagem frequentemente resultam em abordagens didáticas incoerentes? A palestra examina a desconexão entre referenciais e suas consequências metodológicas, distinguindo teorias psicológicas (descritivas) das teorias da educação (prescritivas). Discute-se como o uso meramente protocolar dos aportes teóricos compromete a articulação entre teoria e sequência didática, convidando os participantes a refletirem sobre a real função dos referenciais na pesquisa em ensino de Física.
Professores Marcello Ferreira (UnB) e Felippe Maciel (UnB)